Devaneios em série
"Como posso eu ser tão só, quando há tanto de nós em mim? Por que, vez por outra, só transborda felicidade em você?"
Isabelle Rocha (via
fragile-world)
"É da queda precipitada de uma estrela que, na Terra, nasce uma nova bela sereia - de cabelos pretos, pele alva e olhos avoados -, imitando a noite."
Isabelle Rocha (via
fragile-world)
"Dizem que sonhos são feitos de ouro ou de outra coisa que seria a mais preciosa do planeta, de tão importantes que são. Mas, ao contrário, eu acho que eles são realmente feitos de papel: frágil, delicado e dobrável."
Isabelle Rocha (via
fragile-world)
(Source: invano, via ayuna)
"Fico grato por “escuridão” rimar com “solidão”.
Então eu apago a luz…
E dou inicio a esse poema."
Sinesteta (via
sinesteta)
(via desconecte-me)
"Garça que não tem asas, perde a graça.
Cor que se descolore por pirraça,
Nunca mais trará o azul celeste.
Será uma eterna e desbotada desgraça.
(Não te descolora, pedaço de galáxia…
Tu és meu mundo, e não quero um mundo descolorido.)"
Marina Naves. (via
vesperum-luna)
"Não havia percebido, mas n’uma só mulher, criou a vida e o mistério. Claro, sempre acompanhados d’uma morte serena…"
Marina Naves, em
Jhonny, O Mirabolante. (via
vesperum-luna)
"Ele ficou ali, apenas observando-a dormir, sem saber que seu amor era correspondido."
Isabelle Rocha (via
fragile-world)
"A pior coisa que me falaram foi: Pare de ler. Senti uma vontade doente de questioná-lo se estava aconselhando-me a parar de respirar."
Isabelle Rocha (via
fragile-world)
"Ei de reerguer-me das cinzas que construí.
Não que eu seja fênix, morte que vive na própria alma.
Sou artista de ateliê fantasmagórico.
Escrevo sobre a morte, para depois pintá-la em vida.
E não que minhas cinzas sejam fúnebres…
Até o Sol, rei da cadeia estelar, deve morrer para explodir em cor.
(Precipitação, anunciação do arco-íris.
Desmancha-se o Sol, no rio corre sua alma,
Tinta de quem vive e de quem morrera vivo.)"
Marina Naves. (via
vesperum-luna)
(via anjoinverso)